No Pulso Global desta segunda-feira, dia 17 de novembro, vamos conversar sobre a relação fundamental entre economia e liberdade. A prosperidade real nasce da liberdade humana e dignidade, conectadas a um propósito maior. Contudo, Estado inchado, corrupção e intervencionismo estatal asfixiam a economia, inibindo a livre iniciativa, gerando estagnação e burocracia excessiva. Isso impede a prosperidade verdadeira, manifestando-se apenas como uma ilusão para muitos e como privilégios para poucos, enquanto a falta de moral instrumentaliza a justiça, afastando do bem comum. O caminho é resgatar dignidade e liberdade, impulsionando reformas econômicas urgentes e desmantelando a influência nociva de um Estado capturado.
A Inserção Internacional do Brasil e os Novos Desafios à Política de Defesa Nacional
Apoiando-se em idéias difundidas durante o VII Encontro Nacional de Estudos Estratégicos, ocorridoem novembro de 2007, em Brasília, este artigo apresenta questões relacionadas à Política de Defesa Nacional no quadro maior da inserção internacional do Brasil. Nesse encontro, a intransigente defesa dos interesses nacionais foi vista como aspecto fundamental para uma atuação ativa, madura e autônoma em relação a centros hegemônicos de poder — posicionamento político do qual o país não pode abrir mão, dada a sua reconhecida potencialidade estratégica. Durante o encontro, também se confirmou o acerto da presença do evento estratégico denominado de reações internacionais aoprotagonismo brasileiro nos Cenários EB 2022.
Assista ao vídeo: Rio, rastros de dor e indignação
A colunista Alessandra Moulin propõe uma reflexão sobre a banalização da morte e a urgência de repensar estratégias de segurança no Rio de Janeiro. Por: Alessandra Moulin | coluna Sala de Aula 31/10/2025 às 11h43Atualizada em 03/11/2025 às 11h32 Hoje, na minha coluna, convido você a assistir ao vídeo que produzi, com texto que escrevi, trazendo uma análise sensível e impactante sobre a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. Na narração, procurei mostrar a diferença entre os números oficiais e a realidade vivida pelos moradores, trazendo emoção e contextualização histórica. Com essa abordagem reflexiva e direta, convido você a refletir comigo sobre o custo humano das políticas de segurança pública e a desigualdade estrutural que ainda marca os territórios periféricos. Assista ao vídeo:
A SEGURANÇA NA FRONTEIRA ENTRE BRASIL E PARAGUAI
Resumo A hipótese desse artigo é que políticas para as fronteiras mais próximas ao paradigma realista, principalmente no campo da segurança, para as fronteiras dificulta, senão impede, a cooperação e a integração das fronteiras. O argumento em torno da hipótese considera a interação entre o âmbito doméstico e externo. O método utilizado é o método comparado, o que faz com que esse artigo também pertença ao campo da Política Comparada, já que esse é um campo definido por seu método.